Lançado em 1986 ficou
muito popular entre os jogos de Master System, chegando assim ser vendido junto
a memória do console, possivelmente lançado para rivalizar com Super Mario Bros
e tendo boas críticas, mas infelizmente o Master System não fez muito sucesso,
não tornando-o tão popular quanto seus concorrentes.
O jogo de plataforma
2D tinha uma jogabilidade diferente para a época, alguns chefes de fases eram
combatidos primeiramente com uma partida de Pedra, Papel e Tesoura (Joquenpo), certos
chefes após a disputa de Joquenpo eram derrotados outros você ainda tinha que
batalhar.
Haviam uma grande
diversidade de fases, como fases em cavernas e florestas, fases aéreas, fases subaquáticas,
dentro de castelos, e fases que mesclavam aéreas e subaquáticas.
Além dos vários itens
e meios de transportes que você podia comprar nas lojas no inicio da fase.
Desde itens de upgrade como vida extra e invulnerabilidade temporária a motos e
helicópteros.
Alex Kidd foi um jogo
no qual eu gastei muito do meu tempo nele, e nunca consegui se quer chegar
perto de zerar, mas guardo com muito carinho o pouco das lembranças que tenho
de joga-lo, ano passado, 2020, foi anunciado um remake com novas fases e um
modo retro, mas infelizmente sem data de lançamento. Fiquem com o trailer:
Ela
escrevia suas iniciais no alce com a ponta afiada de uma escova de dentes,
presente de seu cunhado, Svenge, dentista em Oslo e astro de filmes noruegueses:
“ O toque quente do dentista de Oslo”, “Obturações Apaixonadas”, “Os molares de
Horst Nordfink”...
Desculpem
a falha no texto, os responsáveis foram demitidos.
Cuidado,
mordidas de alce podem ser bem terríveis...
Desculpem
novamente a falha no texto. Os responsáveis pela demissão do pessoal que foi
demitido, foram demitidos.
Grupo Monty Python
Bem,
antes de mais nada, Monty Python é um grupo de comédia britânico que fez um
grande sucesso no final da década de 60 e início da década de 70, composto por
seis membros: Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin, Eric Idle, Terry
Jones e Terry Gilliam. Dois desses integrantes já deixaram de existir, não são
mais, se juntaram ao coral invisível, são ex-Pythons: Graham Chapman e Terry
Jones. O grupo iniciou a carreira na BBC entre os anos de 1969 e 1974, através
no show: Monty Python’s Flying Circus, onde eram apresentadas diversas
esquetes de humor, que na maioria das vezes beirava o absurdo, ou nonsense.
Dois pontos para se destacar: o primeiro era a falta da punchline, eles faziam
as piadas e deixavam o final em aberto, ou iam para o segundo ponto, usavam os
desenhos surrealistas do integrante americano, Terry Gilliam. Enfim,
influenciaram muito a comédia até os dias de hoje.
Além
da série, os Pythons fizeram alguns filmes, hoje vamos falar sobre, como já foi
mostrado no título... Em Busca do Cálice Sagrado, uma sátira fantástica do Rei
Arthur e a Távola Redonda. Não preciso nem falar que vai ter spoiler né? É um
filme de 1975...
Capa do Filme
Dirigido
por: Terry Gillian e Terry Jones
Logo
no início somos surpreendidos com os créditos, umas legendas em norueguês,
alces majestosos, demissões dos responsáveis pelas legendas e um estouro de
cores.
Créditos loucos
Finalmente,
Inglaterra, 932 D.C. Momento de seriedade, imagem preta, sons de cavalos no
fundo e... temos um corte direto para o Rei Arthur e seu fiel escudeiro Patsy
batendo metades de cocos, mas nada de cavalos. Em seguida, os dois acham um
castelo, onde acabam tendo uma discussão sobre andorinhas e cocos, no fim
desistem e prosseguem a viagem.
Nada
fácil para Arhur que busca encontrar cavaleiros e ir para Camelot. Acaba
passando por camponeses que contestam sua escolha como rei, dizendo que
mulheres distribuindo espadas em lagos não são alicerce para um sistema de
governo.
Fugindo
dos camponeses, vamos para a primeira cena de ação do filme, o Cavaleiro Negro,
muito poderoso, porém fica pelo caminho com feridas superficiais...
Continuando
e resumindo as coisas, temos o povo levando uma “bruxa” ao mais inteligente do
povoado... Nomeado por Arthur como Sir Bedevere.
O
sábio Sir Bedevere foi o primeiro a se juntar aos Cavaleiros do Rei Arthur, mas
outros nomes ilustres o seguiram em breve:
·Sir
Lancelot, o Bravo;
·Sir
Galahad, o Puro;
·E
Sir Robin, o não tão bravo quanto Sir Lancelot, que quase lutou com o Dragão de
Agnor e que quase pisou na malvada Galinha de Bristol e que mijou nas calças na
Batalha de Badon Hill;
·E
o apropriamente nomeado Sir-que-não aparece-nesse-filme.
Juntos
formavam um grupo cujos nomes e feitos seriam recontados através dos séculos.
Os cavaleiros da Távola Redonda.
Acabaram
achando Camelot, apesar de ser apenas uma maquete. No entanto, preferiram não
ir para lá, por considerarem um lugar muito idiota.
Com
essa decisão, encontram Deus, que lhes dá uma missão, buscar o Cálice Sagrado.
Deus, desenhado por Terry Gilliam
O
grupo reunido então vai até o Castelo de Guy de Loimbard, um francês, onde são
humilhados por insultos fabulosos e derrubados por chuvas de animais. Com a
derrota, preferiram se separar, para ter sucesso na busca do Cálice.
A
história de Sir Robin
Sir
Robin foi para o norte, pela escura floresta de Ewing, acompanhado de seus
menestréis favoritos:
Lá,
encontra um cavaleiro de 3 cabeças e corajosamente consegue ir embora.
A
história de Sir Galahad
Totalmente
esgotado, numa noite chuvosa, Sir Galahad encontra um castelo que traz uma
surpresa, o Cálice bem no topo. O cavaleiro junta as forças e pede para entrar.
Lá é recebido por Zoot, que apresenta o Castelo de Antraz, lugar onde ficam
oito grupos de 20 loiras e morenas entre 16 e 19 anos e meio, aproveita para
oferecer abrigo ao casto.
No
fim, Galahad descobre que foi enganado por Zoot, o Cálice era apenas um farol,
mas acaba salvo bravamente pelo Sir Lancelot, sem palmadas, sem sexo oral e com
a castidade intacta.
Galahad, o puro
A
cena 24
Chegamos
no ápice, na cena mais esperada do filme, mas mais dramática, nela é descoberta
uma baita pista sobre onde encontrar o cálice. Arthur encontra um velho, que
avisa sobre um mago que conhece uma caverna, onde ninguém nunca entrou, a
caverna guarda a Garganta do Perigo eterno que ninguém jamais cruzou. Antes de
sumir, o velho diz para procurar a Ponte da Morte.
Velho da cena 24
Os
Cavaleiros que dizem Ni, parte I
O
rei Arthur cruza uma densa floresta junto com Sir Bedevere e esbarra em um
cavaleiro gigante que dá uma missão aterrorizante em troca de parar de dizer
Ni, quer um canteiro de arbusto.
A
história de Sir Lancelot
Vamos
direto ao Castelo do Pântano, lá temos um pai que busca novas terras e um filho
que só quer cantar, príncipe Herbert... O rei obriga seu filho a casar com a
filha do dono das maiores terras da Inglaterra, em vinte minutos. Preso no seu
quarto, sendo vigiado por dois guardas, Hebert escreve uma carta, pega seu arco
e flecha e atira pela janela. O chamado de ajuda atinge Concorde, o escudeiro
de Sir Lancelot. O bravo Cavaleiro não foge do pedido da “Princesa do Pântano”
e corre para lá arruinando toda a festa de casamento, matando geral, numa cena
de encher os olhos.
Os
cavaleiros que dizem Ni , parte II
Arthur,
Sir Bedevere e Patsy encontram Roger, o plantador, e obtém sucesso na missão do
canteiro de arbustos. Levam o mesmo até os cavaleiros de Ni, que dão outra
missão: Achar outro canteiro e cortar a maior árvore da floresta com um
arenque. Com uma sorte tremenda, são salvos por Sir Robin, dizendo “isso”, a
palavra que os cavaleiros de Ni não podem escutar.
Reunião
e Tim
Após
passarem pela floresta, todos se reuniram novamente e foram em busca do
poderoso mago que o velho disse na cena 24.
Muito
tempo se passou, comeram os menestréis do Sir Robin, mas finalmente encontraram
um mago que não parava de soltar fogos de artifício. Chamado por alguns de,
Tim.
Tim, o mago
Coelho
Tim,
leva os cavaleiros à caverna de Caerbannog, guardada por uma criatura amedrontadora,
um coelho, não um comum, olhem os dentes:
Caverna
Salvos
pela Santa Granada de Mão do poderoso Caerbannog, entram na caverna e descobrem
a localização do cálice, no Castelo de AAAH, mas são atacados por um outro
monstro, dessa vez desenhado. Após muita correria, o cartunista sofreu um
infarte fulminante, e o perigo do desenho deixou de existir.
A
ponte da morte
Chegando
até a ponte da morte, Arthur e seus cavaleiros reconhecem o velho da cena 24,
ele guarda a ponte e faz 5 perguntas (3 perguntas Sheldon), 3 perguntas, para
quem quiser passar.
Sir
Lancelot passa primeiro, Sir Robin morre por não saber a capital da Assíria,
Sir Bevere morre por não saber sua cor favorita e o velho da cena 24 morre por
não saber nada sobre andorinhas, mérito para Arthur, tem que saber dessas
coisas quando é um rei.
Castelo
de AAAAH
Depois
de passarem a ponte da morte, Arthur se perde de Sir Lancelot, mas segue a
busca, chega no Castelo de AAAH, que na verdade é o mesmo castelo dos franceses.
Dessa vez o Rei estava preparado, não seria humilhado, a tropa inteira estava
correndo para tomar o castelo... Quando achamos que tudo iria acabar numa
guerra, a polícia chega, prende o Rei Arthur, Sir Bedevere e companhia,
acabando com a filmagem.
Curiosidades
·Foram
usados cocos, pois a produção não tinha dinheiro suficiente para cavalos;
·Assim
como não tinham dinheiro para finalizar o filme também, era para ter ocorrido a
batalha, mas não tinha gente o suficiente na hora da filmagem;
·O
filme teve o apoio de Pink Floid, Led Zeppelin e Genesis;
·Na
realidade só tinha um castelo disponível para filmagem, o resto eram maquetes;
·O
Python que criava a cena fazia o personagem principal da mesma;
·Cada
Python fez muitos personagens no filme;
·John
Cleese, que fez o mago Tim, deveria ter dito um nome muito mais difícil, mas
esqueceu a fala, e para não ferrar com tudo, soltou Tim.
Precisamos
dizer que o filme é muito bom?
ASSISTAAAAAM
COVARDEES!!! Tem na Netflix e no Youtube!!!
Olá
companheiro ultra jovem! Quem se lembra de chegar da escola a tarde
ligar a televisão e esperar começar a melhor TV “pirata” que já
existiu? TV CRUJ, CRUJ: Comitê Revolucionário Ultra Jovem. O programa
passava no anoitecer, de segunda a sexta-feira na emissora SBT e
continha o selo Disney Club.
“Da
o play, Macaco!”
Timão
& Pumba é uma animação derivada do filme “O Rei Leão” da
Disney, com sua transmissão original em 1995, baseado nas aventuras
da dupla Timão(Suricate) e Pumba(Javali). Teve exibição pela
primeira vez no Brasil na televisão aberta pelo Disney Club/TV CRUJ
em 1997.
Os
apresentadores da TV CRUJ usavam disfarces e apelidos para não serem
reconhecidos.
Juca, conhecido como Caju, era o presidente e criador da TV CRUJ
.
Guelé, conhecido como Chiclé, irmão de Juca.
Macarrão, chamado de Macaco, vice presidente, era o rapaz que dava o play nos desenhos.
Malu, com o apelido Maluca, e sempre com uma peruca de cor diferente, foi a primeira integrante feminina do programa.
Ana Paula, se apresentava como Pipoca, a segunda integrante feminina.
Frederico, chamado de Rico, o menino rico com sotaque caipira, que entrou no lugar do Macaco quando ele saiu.
“Da
o play, Macaco!”
A
Turma do Pateta é a animação com personagem principal Pateta, o
desenho gira em torno do dia a dia de Pateta e seu filho Max.
Transmitida originalmente em 1992, estreou em 1997 na TV brasileira
no Disney Club\TV CRUJ
O
programa teve algumas mudanças de horário e depois passou a ser
transmitido aos sábados de manhã, tiveram mudanças de enredo,
passando a ser um tipo de novela infantil intercalada por desenhos
animados, no qual até tinham antagonistas, estes interpretados pelos
mesmo atores dos protagonistas. Teve também a mudança de nome para
Disney CRUJ.
“Deixa
que eu mesmo dou o play!”
Doug,
desenho originalmente do canal Nickelodeon, a estrela da serie éDouglas
Yancey "Doug" Funnie. A animação estreou originalmente em
1991. Em 1996 a Disney fez novos episódios, os quais vieram para o
Brasil através da TV CRUJ.
Vários desenhos passaram pelo programa, muitos nos trazem nostalgia como os
já citados, Timão & Pumba, Turma do Pateta e Doug, agora segue
uma lista não só de desenhos que eram transmitidos, mas também
muitas lembranças boas:
101
Dálmatas (1ª Temporada)
A
Família Addams
Aladdin:
A Série Animada
Ana
Pimentinha
Pequena
Sereia: A Série Animada
As
Aventuras de Mickey e Donald
As
Novas Aventuras do Ursinho Pooh
Bonkers
Buzz
Lightyear do Comando Estelar
Carmen
San Diego
Darkwing
Duck
DuckTales
- Os Caçadores de Aventuras
Esquadrilha
Parafuso
Hércules
Hora
do Recreio
Marsupilami
Os
Gárgulas
Os
Pesadelos de Ned
Os
Super Patos
Os
Ursinhos Gummi
Os
Wuzzles
Sardinha
e Filé
Tex
Texano - O Melhor do Oeste
The
Weekenders
Tico
e Teco e os Defensores da Lei
Tom
e Jerry
Tv
Quack Quack
O
programa passou de 1997 a 2002, foi reprisado em 2003 e teve um
episódio final no mesmo ano, e com essa enxurrada de nostalgia eu
encerro esse post.
Adoraria falar sobre o Megaman clássico que tem uma história mais tranquila e inclui um cachorrinho foda, mas se o horário me permite, gostaria de pular direto pra série cheia de ação, tiros carregados, “dashs” aéreos e sabre de luz.
A história por trás do jogo
Inicialmente chamado de Rockman X (RokkumanEkkusu) no Japão, e por motivos de: “No usar Rockman aqui in America, people no comprar, use Megaman X”, foi uma série de jogos trazida primeiramente para o amado Super Nintendo (SNES) em 1993, a série conta a história de X, um robozinho azul muito esperto acaba se juntando com uma turma do barulho e causando uma grande confusão na sua Sessão da Tarde...
Brincadeira gente, vamos lá, a história de X se passa em 21XX. Enquanto tentava encontrar um fóssil, Dr. Cain, um cientista humano acaba achando uma cápsula com um robô do passado, Megaman X e uma mensagem do Dr. Light, seu criador:
"X é o primeiro de uma nova geração de robôs que contém uma nova função – a habilidade de pensar, sentir e tomar suas próprias decisões. No entanto, essa habilidade poderia ser muito perigosa. Se X quebrasse a primeira regra da robótica, um robô nunca deve prejudicar um ser humano. Os resultados seriam desastrosos e eu temo que nenhuma força na Terra possa detê-lo.
Aproximadamente 30 anos serão necessários antes que possamos confirmar sua confiabilidade. Infelizmente eu não viverei para ver esse dia, nem tenho alguém que possa levar meu trabalho adiante. Entretanto, eu decidi selá-lo nessa cápsula, na qual seus sistemas internos serão testados até que sua confiabilidade seja confirmada. Por favor, não abra essa capsula até que esse tempo chegue.
X possui grandes riscos assim como grandes possibilidades. Eu só espero pelo melhor.
18 de Setembro, 20XX
Thomas Light"
Dr. Thomas Light
Após encontra-lo, Cain analisou as anotações do Dr. Light, com isso foi capaz de criar robôs parecidos com X, chamados Reploids, iniciando uma produção em massa no mundo todo, porém como em toda história de robôs super inteligentes, alguns Reploids começaram a atacar humanos, foram então rotulados como Mavericks. Para conter essas ameaças foi criado um grupo chamado Maverick Hunters, tendo Sigma, um Reploid avançado, como seu líder. O tempo passou e osHunters conseguiram controlar a situação, até que um dia Sigma se tornou um Maverick, iniciando juntamente com outros, uma guerra contra a humanidade. Com isso, por X ser pacifista, se juntou com o novo líder dos Maverick Hunters, Zero, para acabar com os planos de Sigma.
Os jogos
Baseado em toda essa história, X estreou no SNES em 1993, trazendo uma jogabilidade fantástica. Nele controlamos o “Bombardeiro Azul”, este equipado com um X-Buster, uma arma acoplada ao braço que dispara tiros ilimitados e que pode ser carregada para aumentar a potência. Além disso, podemos escalar paredes, deslizar e o melhor de tudo... morrer com espinhos... sim, triste.
Iniciamos o jogo em uma fase de introdução que posteriormente nos leva para uma tela de seleção de fases de acordo com os chefes, os Mavericks. Nessas fases temos diversos inimigos, mas também a possibilidade de equipar o personagem:
Armadura - São espalhadas pelo jogo em cápsulas do Dr. Light (cabeça, corpo, braços e pernas), toda vez que equipado, X melhora suas habilidades. Ex: Perna, possibilita o dash, um jato nas pernas move o personagem muito mais rápido. Ao localizar todas as partes, X possuirá a armadura completa, a Light Armour.
Heart Tank- São 8 espalhados pelas fases, possibilitam aumentar o tamanho da barra de vida de X.
Sub-Tanks - São 4 e permitem preencher a barra de vida de X.
A trama é praticamente destruir os inimigos das fases e chegar nos chefes, esses que possuem barra de vida assim como X e costumam ser fortes. Após derrotar o chefe, nosso robô azul pode copiar sua habilidade e utilizar no buster, sim, exatamente como no clássico e no desenho. Habilidades que inclusive podem dar vantagens contra outro chefe, pois cada um tem uma fraqueza.
O grande trunfo de Megaman é treinar e morrer bastante até decorar todos os movimentos padronizados e poder desviar de tudo, coisa essa que demora um tempo, mas acaba sendo motivado pela trilha sonora magnífica e cenários futuristas no 2D.
Enfim, depois de derrotar todos os chefes, o protagonista é obrigado a ganhar de todos eles de novo e finalmente enfrentar Sigma, com ajuda e sacrifício de Zero, o robô loiro mais badass de todos.
Capa de Megaman X
Sigma - o imorrível
A série continua em mais dois jogos para SNES, Megaman X2 e Megaman X3, destaque para X2 que introduzia um novo chip diretamente no cartucho que trazia novos efeitos 3D ao game. Outro ponto interessante é a melhoria na jogabilidade, agora X possuía dash aéreo, após ser equipado em uma das cápsulas. Sobre a história...bem, vamos deixar para comentar de modo separado cada uma delas. Único ponto a ser comentado, é a quantidade de vezes que o Sigma é revivido e aparece para seja derrotado, sim, mais de 8 miiiil.
Capa de Megaman X2
Capa de Megaman X3
Continuando a franquia, mas mudando de plataforma, temos o aclamado Megaman X4, no Playstation e Sega Saturn. O jogo teve uma mudança drástica, principalmente pela melhoria dos gráficos, de 16 para 32 bits. Podemos notar uma melhoria enorme na jogabilidade e no conteúdo do jogo, como por exemplo sua história contada como anime e sua trilha sonora ainda mais desenvolvida. Agora como jogadores, não podemos deixar de falar que finalmente, deixaram o Zero como personagem jogável. Imagine você saindo por ai com um sabre de luz, matando inimigos, gritando “Hu-hay-hoo” e podendo realizar a proeza dos games, o pulo duplo. Sim, o X4 está nos nossos corações.
Tela de seleção de personagens do X4, com o badass do Zero
Capa de Megaman X4
Hu-hay-hooo!!
Porém ele não foi o último, tivemos Megaman X5, lançado para Playstation novamente, trazendo a possibilidade de abaixar com o personagem, algo bem útil para um jogo 2D. Nele temos uma trama fodástica e trilha sonora seguindo o padrão de qualidade. Detalhe para a morte de Zero novamente no final do jogo, se sacrificando para matar Sigma (o cara que nunca morre).
Morte/sacrifício de Zero
Capa de Megaman X5
Bem, finalizando o Play 1, temos Megaman X6, continuando os eventos do X5, ora, ora, temos um XerolqueRomes aqui... Nesse jogo, um pouco contraditório para os jogadores, visto que o produtor principal, KeijiInafune, não participou do desenvolvimento do mesmo, pois pretendia ter finalizado a série no quinto capítulo. Tendo isso em mente, nele Zero acaba retornando de sua morte, ninguém morre direito nesse jogo hue hue. Apesar disso, X6, traz uma trilha sonora ainda mais envolvente, deixamos aqui a do chefe BlazeHeatnix, que pode ser usada para todos os momentos de tensão da vida:
Capa de Megaman X6
Quando tudo havia acabado, temos as decepções, que não deveriam ter acontecido num Playstation 2... Tivemos um Megaman X7 vergonhoso, com gráficos 3D esdrúxulos e jogabilidade questionável. Não contentes, lançaram um X8, tentando salvar o jogo anterior, voltaram os gráficos 2D com cenas em 3D, mas não conseguiram resgatar as emoções do que outrora foi a série.
Finalizamos aqui toda essa história, porém, traremos mais pra frente, de forma detalhada todos os jogos da série e macetes dessa obra prima das plataformas.